Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Ervas espontâneas, Cemitério dos Prazeres


Batalha de Ourique

Teoricamente a Batalha de Ourique foi em S Pedro de Cabeças, onde há uma ermida encostada a um talefe... ou será um talefe encostado a uma ermida?
Mas o obelisco comemorativo está em Castro Verde, mesmo em frente à Câmara... ou será que a Câmara lhe fica por trás?
Por outro lado dizem que a Batalha de Ourique não chegou a combater-se, que foi um "arranjo" político igual aos que se cozinham agora... ou será que os arranjos políticos de agora são diferentes?
Mistérios...

Encontros rápidos de diários gráficos_Bordalo no jardim

No domingo passado, dia 21Mai17 foi agendado um encontro entre os USKP no Museu Bordalo Pinheiro,com a presença do Ron Sketcherman..(de HONG  KONG).
Estive presente   Após registos no Museu, (Figs. 1 e 2 ) deslocamos  ao jardim do Campo Grande, com a finalidade de completarmos os desenhos naquele espaço aberto. Como nota final, foi-nos  sugerido incorporar o registo das peças escolhidas de Bordalo no local do Jardim. A minha sugestão consta da Fig. 3.

Fig.1 Imagens de Bordalo Pinheiro



Fig.2. A talha Manuelina (Faiança).

Fig.3.Esboço final da proposta


Festa do Vizinho




 

 


Desenhos feitos na Festa do Vizinho em Campo de Ourique, Jardim da Parada. Havia muitas actividades e foi uma manhã muito bem passada e divertida. De tarde fui apenas desenhar o senhor que consta do último desenho, infelizmente, tive de me vir embora.

Abençoado Campo Vivo que, pela mão da Rosário, nos tem trazido belíssimos encontros.

Ervas espontâneas na cidade 2

O desenho que chama a calmaria ... e até as aranhas e os passarinhos nos fazem companhia.
Que bem se está à beira rio ... na cidade, com cheiro a mar e a campo!

Açores uma viagem de sonho III


No terceiro dia, fomos em direcção ao Miradouro do Carvão, Lagoa do Carvão, Lagoa das empadas, Lagoa do Canário, Lagoa das 7 Cidades, Vista do Rei, onde subimos ao tecto do Hotel abandonado, por entre calhaus água e toda a espécie de detritos, mas valeu a pena pela vista espectacular. Almoçámos nas 7 cidades, onde ficámos a desenhar, no antigo Parque de Campismo. Depois fomos ao Miradouro do Cerrado das Freiras, Lagoa Azul, Ponta da Ferraria, Farol da Ferraria, Ponta do Escalfado, Mosteiros, Ajuda da Bretanha, Remédios,Santo António, Capelas, e regresso a Ponta Delgada.






Limões

Nunca tinha desenhado limões. Estes são tão bonitos que fui desenhá-los a correr antes de fazer a limonada.
Leonor Janeiro

Casas de Odeceixe


XIII FESTIVAL INTERNACIONAL DE BD DE BEJA

Lançamento do livro " Lugar maldito " de André Oliveira e João Sequeira ( no desenho aparece só o João com o editor Rui Brito porque o André estava por detrás do computador ).

Cazaquistão em Salzedas

Não foi à primeira que chegámos à Cascata do Varosa. Foi preciso usar o GPS analógico, também conhecido por "Pergunta aí a alguém" para chegarmos ao local onde iríamos pernoitar. No entanto, foi à primeira que encontrei poiso para as aguarelas.

Olga, a dona da casa, juntou-se ao meu caderno para me contar que tinha nascido no Cazaquistão e estava farta da cascata e das lontras. Se pudesse, voltava para o Porto. Estava verdadeiramente entusiasmada com os desenhos, só não percebia como é que eu não me irritava quando as cores se misturavam. Falámos, então, sobre a União Soviética.

Entre a conversa e o cair da noite o desenho saíu distraído.

"Tu estás aqui a desenhar e as tuas amigas a fazer o jantar... tu tens homem?"
"Deixa lá, Olga, eu depois lavo a loiça."



 

10x10 no Largo de São Domingos

Tema 3: Objectos do domínio público
Pedro Loureiro

E com esta sessão fechamos o último tema do Primeiro Módulo do 10x10: Pequenas Histórias. Foi no Largo de São Domingos, um lugar que não necessita de apresentações. Os exercícios já aqui expostos pelo próprio Pedro, foram fantásticos e muito apropriados para o largo!


Exercício 1: Observar. Entender. Descrever.
Juntei-me ao Filipe para desenhar. Começámos a conversar. Daí a uns segundos juntou-se a Luísa. Para conversar e não desenhar. Neste convívio a três fomos descobrindo verbos que se adequavam ao espaço, às pessoas e às histórias do largo! São maravilhas do nosso quotidiano que nos passam ao lado!


Exercício 2: Pormenorizar. Questionar. Factualizar.
Não fui original: no meio de tanta arquitectura e de tanta gente optei por desenhar o que mais me deixa confortável! Ainda assim, nunca me tinha apercebido da importância da oliveira para os "habitantes" do largo. 

 
 
Exercício 3: Escutar. Relacionar. Personificar.
Reclamei quando o Pedro disse claramente "desenhar pessoas"! Mas ando nestas sessões para isso: fazer o que habitualmente não faço nos meus cadernos, aproveitar o que os instrutores partilham e sair da minha zona de conforto!

junta de freguesia dos Anjos

a espera da abertura do supermercado.... enquanto atrás de mim uma senhora sem abrigo contava como tinha estregado os olhos a ler com lanterna porque a mãe desligava o contador da luz.

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15 variacoes por tema de La Specola
em Padova

a scoberta das estreias

dal breviario mediterraneo

Escadinhas de S. Francisco

Não podia perder este encontro, desenhar nas Escadinhas de S. Francisco, sob orientação de João Catarino, pois tenho sempre dúvidas de como desenhar neste tipo de situações: escadarias e ruas que descem. A complementar esta dificuldade, o exercício proposto sugeria que utilizássemos apenas o pincel e três tons, para definir as manchas e linhas.

domingo, 28 de maio de 2017

Choveu Fruta @ Gulbenkian

    Mesmo com a ameaça de chuva, corri à Gulbenkian, apetecia Almada ... mais uma vez ... mas enquanto os bilhetes dormiam para só de tarde acordarem de borla, eis que chovia fruta nos jardim. Que cenário encantador. Sentei na relva e os patinhos também ... E à minha frente uma jovem talentuosa disse poesia e lengalengas e histórias de encantar.
Sabiam que as laranjas são castelos onde vivem princesas com vestidos de oiro?
E que se o papa papasse papa/ se o papa papasse pão/ o papa papava tudo/ seria o papa papão ... 
Até Miguel Torga se ouviu no jardim, para nos lembrar que de todo o fruto não devemos querer só a metade!
Depois veio a dança e África  ... e Bongo ...
Nem a chuva parou a festa ...porque as árvores são amigas ...
Há tardes assim, bem passadas, entre sorrisos e rabiscos. 
Almada dá assim ... aquela comichão no Olhar e uma vontade louca de desenhar !

Encontro de Urban Sketchers em Viana do Castelo


montejunto_parte III

Ainda Montejunto, os últimos desenhos
 

Ervas espontâneas em Lisboa

     Perco-me sempre que vou caminhar, a olhar para as ervinhas e florzinhas que rompem passeios, que galgam pedras ... Que bem nos faz o seu verde !
Tantos namorados que para aqui vão ... a malta nem saltava com muita força, que era para não caírem todos das nossas costas ... e quanto mais peluda a camisola, melhor. Lembram-se?


A matar saudades de Odeceixe e da grafite


Açores uma viagem de sonho II

No segundo dia, depois de ter chovido toda a noite, soube que não dava para ir para a Lagoa das 7 Cidades, pois estava tudo enevoado. E assim fomos para o outro lado da ilha, começamos a desenhar em S. Roque, seguindo-se Lagoa, na Ponta dos Carneiros, onde almoçámos. Fomos andando por Remédios, Lagoa do Fogo, Caldeira Velha, Ribeira Grande, Rabo de Peixe, Calhetas, Fenais da Luz, São Vicente Ferreira, tendo regressado a Ponta Delgada, exaustos.